quinta-feira, junho 4, 2026
CANAL DO DINHEIRO
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Economia
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Economia
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
CANAL DO DINHEIRO
No Result
View All Result
Home Últimas Notícias

SLCE3: Guerra e fertilizantes ameaçam custo da safra brasileira, diz CEO da SLC

redacao by redacao
26/05/2026
in Últimas Notícias
0 0
0
SLCE3: Guerra e fertilizantes ameaçam custo da safra brasileira, diz CEO da SLC
0
SHARES
0
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter

Aurélio Pavinato, da SLC.

O conflito no Oriente Médio que já pressiona o preço do petróleo e ameaça rotas de navegação chegou ao campo brasileiro com força. Para Aurélio Pavinato, presidente da SLC Agrícola (SLCE3), a guerra está encarecendo fertilizantes, mas também elevando o preço das commodities que o país exporta — e, no médio prazo, deve fortalecer a demanda por produtos agrícolas brasileiros.

“A guerra gera toda essa volatilidade, esse risco momentâneo, mas ela gera incerteza de quão caro, quão barato vai ser o petróleo ao longo dos próximos anos”, disse Pavinato em entrevista ao programa Expert Talks na Mesa com CEOs, da XP, apresentado por Fernando Ferreira, estrategista-chefe e head de research da corretora.

  • Veja mais: Assessora capta R$ 8 mi na 1ª semana e atrai cliente de R$ 100 mi via redes sociais
  • E também: MRV (MRVE3): CEO projeta margem maior em 2026 apesar de pressão de custos

A SLC é hoje uma das maiores produtoras agrícolas do mundo. Com sede em Porto Alegre (RS), a empresa planta soja, milho e algodão em 830 mil hectares distribuídos por 26 fazendas em oito estados do Cerrado brasileiro — partindo de modestos 24 mil hectares quando Pavinato ingressou na companhia, em 1993. No ano passado, o faturamento chegou a R$ 8,5 bilhões.

  • Veedha planeja aquisições e disputa clientes ricos com bancões
  • Davos avança em fusões e cria frentes em M&A, crédito e gestão patrimonial

Por que o fertilizante virou problema

O Brasil importa 95% dos fertilizantes que consome. O país até tem reservas de fósforo e potássio, mas a extração local custa muito mais caro do que importar de Marrocos, Rússia ou Canadá. Já o nitrogênio exige gás natural barato, insumo escasso no país. O resultado é uma dependência estrutural de um mercado global que, agora, está sob pressão.

“O aumento do custo do fertilizante mundial vai ser pago, no fundo, pelo consumidor, porque vai encarecer a produção de alimentos a nível mundial”, afirmou Pavinato.

Para a safra 2026/27 — cujo plantio começa em agosto no sul do Brasil e em setembro no Centro-Oeste —, ele não vê risco de desabastecimento, mas admite que os insumos vão custar mais caro.

A boa notícia, segundo ele, é que o encarecimento dos fertilizantes está sendo compensado pela alta das próprias commodities.

A soja subiu de cerca de US$ 10,50 por bushel para US$ 12. O milho passou de US$ 4,30 para US$ 5. O algodão saltou de US$ 0,67 para US$ 0,83 por libra no mercado à vista.

“Em resumo, a mudança do patamar de preços compensa o aumento de custo de produção”, disse.

A SLC se antecipou ao problema. A empresa comprou fósforo antes do acirramento do conflito e, segundo Pavinato, está posicionada para a próxima safra com custo de fertilizante igual ou inferior ao do ano anterior.

A venda das commodities já produzidas também foi acelerada para aproveitar os preços mais altos.

Leia também

Kevin Warsh assume comando do Fed; Datafolha, relatório fiscal e mais destaques hoje

InfoMoney reúne as principais informações que devem movimentar os mercados nesta sexta-feira (22)

O algodão e o efeito-poliéster

Um dos efeitos menos óbvios da guerra é o que aconteceu com o algodão. O petróleo mais caro encareceu o poliéster — fibra sintética derivada do óleo que compete diretamente com o algodão na indústria têxtil.

Com o quilo do poliéster subindo de US$ 0,40 para US$ 0,56, a demanda por algodão disparou e o preço da fibra natural subiu junto.

“A guerra está provocando essa mudança de patamar de preço”, afirmou Pavinato. Para ele, enquanto o conflito durar, o algodão deve se manter nesse nível mais elevado.

Além disso, a incerteza logística fez com que compradores internacionais passassem a formar estoques da fibra — o que gera uma demanda adicional estrutural.

No caso da soja e do milho, o impulso vem dos biocombustíveis. Índia, Indonésia, Brasil e Estados Unidos estão aumentando o uso de etanol e biodiesel como alternativa ao petróleo volátil.

“Quando a gente pensa no médio e longo prazos, tem um efeito benéfico de geração de demanda dos produtos para biocombustível ao longo dos próximos anos”, disse ele.

The post SLCE3: Guerra e fertilizantes ameaçam custo da safra brasileira, diz CEO da SLC appeared first on InfoMoney.

n
Fonte: https://www.infomoney.com.br/mercados/guerra-e-fertilizantes-ameacam-custo-da-safra-brasileira-diz-ceo-da-slc/

Previous Post

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 7

Next Post

Lula passa pela segunda aplicação de radioterapia preventiva em Brasília

redacao

redacao

Next Post
Lula passa pela segunda aplicação de radioterapia preventiva em Brasília

Lula passa pela segunda aplicação de radioterapia preventiva em Brasília

© 2026

  • CANAL DO DINHEIRO
  • Contato
  • Quem Somos

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Economia
  • Geral
  • Contato

© 2026