quinta-feira, junho 4, 2026
CANAL DO DINHEIRO
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Economia
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Economia
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
CANAL DO DINHEIRO
No Result
View All Result
Home Últimas Notícias

Goldman Sachs: real se destaca entre emergentes, mas segue sensível a juros dos EUA

redacao by redacao
22/05/2026
in Últimas Notícias
0 0
0
Goldman Sachs: real se destaca entre emergentes, mas segue sensível a juros dos EUA
0
SHARES
0
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter

O real brasileiro (BRL) tem mostrado desempenho resiliente entre as moedas de mercados emergentes nas últimas semanas, sustentado principalmente pela alta dos preços do petróleo e pela dinâmica favorável de termos de troca. Ainda assim, a moeda não está imune à volatilidade global e segue pressionada pelo avanço acelerado dos juros de longo prazo nos Estados Unidos, segundo análise do Goldman Sachs.

De acordo com o relatório “EM Trader: Rate Reality Check”, a moeda brasileira aparece entre as que mais se beneficiaram das mudanças recentes no cenário global, ao lado de pares latino-americanos como peso colombiano (COP) e peso mexicano (MXN). O banco destaca que a valorização das commodities, em especial o petróleo, tem sido um dos principais motores do desempenho relativo dessas divisas desde o início do conflito no Oriente Médio.

Apesar desse suporte, o real também tem mostrado sensibilidade elevada ao movimento das taxas de juros americanas, sobretudo no trecho longo da curva. Segundo o Goldman Sachs, o real está atualmente entre as moedas emergentes com beta mais elevado às taxas reais dos Treasuries de 10 anos, o que o torna mais vulnerável a movimentos abruptos de alta nos yields (rendimentos).

Nos últimos dias analisados pelo banco (entre 14 e 19 de maio), o real figurou entre as moedas que apresentaram desempenho inferior ao esperado pelos modelos, que levam em conta fatores como bolsas globais, preços de commodities e juros americanos.

Leia também

JPMorgan: Possível cisão societária na Azzas reforça problema de governança

Notícia ainda não foi confirmada oficialmente, mas deve causar impactos a curto prazo

Esse movimento reflete o ambiente mais adverso para ativos de risco, marcado pela combinação de alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA e deterioração do sentimento global. Ainda que boa parte da fraqueza das moedas emergentes seja explicada por esses fatores, o real não conseguiu acompanhar o desempenho de alguns pares que reagiram melhor a esse cenário.

Juros dos EUA seguem como principal vetor de risco

O relatório enfatiza que a trajetória dos juros longos nos EUA é atualmente o principal determinante para o comportamento das moedas emergentes. Historicamente, movimentos rápidos — acima de 20 a 30 pontos-base por mês — tendem a pressionar significativamente essas divisas, independentemente do desempenho das bolsas globais.

Nesse contexto, o real tende a sofrer mais do que outras moedas em episódios de estresse, especialmente diante de sua maior sensibilidade às taxas reais americanas. O banco observa que o recente avanço mais acelerado dos yields explica parte da depreciação recente do real e de outras moedas da América Latina.

Por outro lado, o Goldman Sachs ressalta que o real segue sustentado por fundamentos externos sólidos, com destaque para os termos de troca favoráveis — impulsionados pelos preços mais altos do petróleo e de outras commodities. Esses fatores ajudam a explicar por que, no acumulado desde o início do conflito, o desempenho do real foi relativamente melhor do que o de diversas moedas asiáticas, particularmente de países importadores de energia.

Além disso, moedas latino-americanas de maior rendimento, como o real, tendem a atrair fluxos em estratégias de carry trade em momentos de maior apetite por risco, o que também contribui para limitar perdas em cenários mais benignos.

Perspectiva: equilíbrio entre riscos e suportes

Para os próximos meses, o cenário traçado pelo banco aponta para um equilíbrio delicado entre forças positivas e negativas para o real. De um lado, o suporte vindo das commodities e da renda em juros locais elevados; de outro, a pressão exercida por um ambiente global de taxas mais altas e maior volatilidade.

Caso o ritmo de alta dos juros americanos desacelere, o real pode encontrar algum alívio e voltar a se beneficiar de seus fundamentos. Por outro lado, uma continuidade do avanço dos yields em ritmo acelerado pode intensificar a pressão sobre a moeda brasileira, reforçando seu comportamento mais sensível dentro do universo emergente.

Assim, a trajetória do real seguirá fortemente atrelada ao cenário externo, com destaque para a dinâmica dos juros nos Estados Unidos e dos preços de commodities, especialmente o petróleo — variáveis que, segundo o Goldman Sachs, continuam sendo determinantes-chave para o desempenho da moeda brasileira.

The post Goldman Sachs: real se destaca entre emergentes, mas segue sensível a juros dos EUA appeared first on InfoMoney.

n
Fonte: https://www.infomoney.com.br/mercados/goldman-sachs-real-se-destaca-entre-emergentes-mas-segue-sensivel-a-juros-dos-eua/

Previous Post

Consumo de café sobe 2,44% no primeiro quadrimestre deste ano

Next Post

Taylor Swift e Travis Kelce: casal fará acordo pré-nupcial bilionário; como funciona?

redacao

redacao

Next Post
Taylor Swift e Travis Kelce: casal fará acordo pré-nupcial bilionário; como funciona?

Taylor Swift e Travis Kelce: casal fará acordo pré-nupcial bilionário; como funciona?

© 2026

  • CANAL DO DINHEIRO
  • Contato
  • Quem Somos

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Economia
  • Geral
  • Contato

© 2026